
Diagnóstico e tratamento da trombose venosa profunda com protocolos atualizados e equipe especializada.
A trombose venosa profunda dos membros inferiores é um dos principais problemas de saúde pública. A condição envolve coágulos sanguíneos formando-se dentro das veias e interrompendo a circulação. Sintomas incluem dor na perna, aumento de sensibilidade, inchaço, sensação de peso e febre. O diagnóstico ocorre através de ultrassonografia Doppler não invasiva.
Três fatores desencadeiam a formação: alterações do fluxo sanguíneo, anormalidades do sangue e danos à parede venosa. Fatores de risco incluem tumores malignos, cirurgias, acidentes, idade avançada, trombose prévia e varizes. Imobilidade por sedentarismo ou viagens prolongadas (carro/avião) desacelera a circulação venosa da panturrilha, promovendo o desenvolvimento de coágulos.
Períodos de gravidez e pós-parto — especialmente após cesarianas — elevam o risco. Uso de contraceptivos orais aumenta o risco; descontinuar a pílula o reduz. A síndrome de May-Thurner envolve compressão anatômica da veia ilíaca esquerda pela artéria ilíaca direita na quinta vértebra lombar, afetando predominantemente mulheres e causando inchaço, peso e dor na perna esquerda.
A finalidade do tratamento da trombose venosa profunda é atenuar os sintomas, prevenir a extensão e recorrência do trombo, além de evitar a síndrome pós-trombótica e a embolia pulmonar.
Medicamentos anticoagulantes administrados por via intravenosa, subcutânea ou oral formam a base do tratamento. Desobstrução cirúrgica da veia pode ser necessária em casos específicos.
A síndrome pós-trombótica — uma consequência de longo prazo envolvendo inchaço, peso, dor, hiperpigmentação e ulceração — é gerenciada através de meias de compressão.
Diagnóstico precoce é essencial. Agende uma avaliação com nossa equipe.